A História de warcraft 3º parte

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A História de warcraft 3º parte

Mensagem por Hommerr em Qui 23 Fev 2012, 09:50

Os Deuses Antigos


Após a partida do Panteão uma grande calamidade caiu sobre o jovem mundo de [[Azeroth]]. As entidades entrópicas de puro caos conhecidas como Deuses Antigos vieram dos confins vazios da Grande Escuridão e o mundo cedeu em suas fundações diante de seus inimagináveis poderes sombrios. As criações dos titãs foram destruídas ou sofreram um destino muito pior, tornando-se frágeis pela [[Maldição da Carne]].

Quando os titãs descobriram o que havia ocorrido com suas jovens criações eles retornaram. O Panteão enfrentou os Deuses Antigos, o que causou a maior batalha que Azeroth viria a conhecer. Os titãs foram vitoriosos nesse confronto entre deuses, mas o domínio maligno dessas entidades caóticas sobre Azeroth havia crescido tanto que destruí-los iria acarretar na aniquilação do plano, pois a sua infecção os havia ligado simbioticamente à criação dos titãs. Então em vez de destruí-los, o Panteão neutralizou seus poderes prendendo-os abaixo da superfície do mundo pelo resto de sua existência.

Depois disso os titãs recriaram as raças que haviam sido infectadas pela Maldição da Carne e empregaram uma série de mecanismos de defesa, como os titãs vigilantes que ficaram para trás nas instalações de [[Ulduar]], [[Uldaman]] e [[Uldum]].

Os Dragões e os Grandes Aspectos


Satisfeitos pelo pequeno mundo que tinha sido ordenado e que o seu trabalho estava terminado, os titãs prepararam-se para deixar Azeroth. Porém, antes de partiram, eles deixaram à cargo das maiores espécies do mundo a tarefa de cuidar de Kalimdor, para que não houvesse qualquer força que ameaçasse sua tranqüilidade perfeita. Naquela época haviam muitas esquadrilhas de dragões, e dentre elas, cinco se destacavam. Foram estas cinco esquadrilhas que os Titãs escolheram para cuidar do mundo que brotava. Os maiores membros do Panteão saturaram uma porção do seu poder em cada um dos líderes dessas esquadrilhas. Estes dragões majestosos ficaram conhecidos como os Grandes Aspectos, ou os Aspectos de Dragões ([[Dragon Aspects]]).

[[Aman'Thul]], o Grande Pai do Panteão, deu uma porção de seu poder cósmico para o volumoso dragão de bronze, [[Nozdormu]]. O Grande Pai incumbiu Nozdormu de vigiar o próprio tempo e policiar os caminhos que influenciam a eterna mudança do destino. O estóico e honorável Nozdormu ficou conhecido como “o Atemporal”.

[[Eonar]], a Patrona de Toda a Vida, deu uma porção do seu poder à dragoneza vermelha, [[Alexstrasza]]. Desde então Alexstrasza seria conhecida como “a Provedora da Vida”, e ela trabalharia para salvaguardar todas as criaturas deste mundo. Devido à sua imensa sabedoria e compaixão ilimitada para com todas as coisas vivas, Alexstrasza foi coroada a Rainha dos Dragões recebendo assim o domínio sobre o seu tipo.

Eonar também abençoou a irmã mais jovem de Alexstrasza, a dragoneza verde [[Ysera]], com uma porção de influência sobre a natureza. Ysera entrou em um transe eterno, conectada ao recém surgido Sonho da Criação. Conhecida como “a Sonhadora”, ela iria manter vigília sobre as áreas selvagens a partir de seu reino, o Sonho Esmeraldino ([[Emerald Dream]]).

[[Norgannon]], o Guardião do Conhecimento e Mestre da Mágia, concedeu ao dragão azul, [[Malygos]], uma porção de seu vasto poder. Dali em diante, Malygos seria conhecido como “o Tecelão de Feitiços”.

[[Khaz'goroth]], o Forjador de Mundos, deu parte de seu vasto poder para o poderoso dragão negro, [[Neltharion]], que posteriormente viria a ser chamado de “o Protetor da Terra”. Ele recebeu o dominio sobre a terra e os lugares profundos do mundo. Ele encarnou a força do mundo e serviu como o maior partidário de Alexstrasza.

Assim os Cinco Aspectos foram encarregados da defesa do mundo na ausência do Panteão. Com os dragões preparados para salvaguardar a criação deles, os titãs deixaram Azeroth pra trás para sempre. Infelizmente, era só uma questão de tempo antes que Sargeras soubesse da existência do mundo recém-nascido…





A Ascensão da Civilização dos Trolls


(16.000 anos antes dos eventos do jogo Warcraft 1)

Muito tempo antes dos orcs e humanos colidirem em sua [[Primeira Guerra]], o mundo de Azeroth era um só continente volumoso, cercado pelo mar. Aquele grande continente, conhecido como Kalimdor, abrigou várias raças e criaturas que competiam pela sobrevivência entre os elementos selvagens do mundo que despertava. No centro do escuro continente estava um lago misterioso de energias incandescentes. O lago, que seria chamado depois de [[Fonte da Eternidade]], era o verdadeiro coração da magia e poder natural do mundo. Tirando suas energias da infinita Grande Escuridão além do plano, o lago agia como uma fonte mística, que enviava suas potentes energias pelo mundo para nutrir a vida em todas suas formas maravilhosas.

Entre as muitas raças que surgiam no continente, uma se sobressaiu e cresceu até formar um império. Eram os trolls da tribo [[Zandalar]], da qual todos os trolls modernos descendem. No geral, os Zandalari valorizavam o conhecimento acima de todo o resto, mas ao invés disso, uma porção significativa da tribo possuía uma grande sede de conquista. Esses trolls descontentes eventualmente partiram para formar suas próprias tribos. Com o passar do tempo os remanescentes da tribo Zandalar passaram a ser considerados como uma casta autoritária de sacerdotes para todos os trolls. Os Zandalari trabalharam sem descanso para registrar e preservar a história e as tradições dos trolls, e esses sábios atuaram para o bem da civilização troll como um todo. Amplamente respeitados pelos seus iguais, os Zandalari permanecem até os dias de hoje envolvidos com as políticas do seu povo.

A partir das tribos que se separaram dos Zandalari, dois impérios troll ascenderam. O Império de [[Gurubashi]] nas selvas do Sudeste e o Império [[Amani]] nas florestas meridionais. Muitas tribos menores acabaram mais longes das terras civilizadas, parando no extremo Norte onde se estabilizaram na região que depois passaria a ser conhecida como [[Fenda do Norte]]. Essas tribos formaram uma nação menor chamada [[Zul’Drak]], mas esse reino nunca atingiu o tamanho e a prosperidade dos impérios do sul.

Os dois impérios dos trolls tinham pouco amor um pelo outro, mas seus conflitos raramente chegavam até o ponto da guerra. Naquela época o maior inimigo deles era um terceiro império, a civilização de [[Azj’Aqir]]. Os aqirs eram uma raça de insectóides inteligentes que reinavam nas terras do extremo oeste. Esses sagazes insectóides eram extremamente expansionistas e incrivelmente malignos. Os aqirs eram obcecados em erradicar toda a vida não insectóide das terras de Kalimdor.

Os trolls combateram os aqirs por mil anos, mas nunca conseguiram obter uma vitória definitiva. Eventualmente, devido à persistência dos trolls, Azj’Aqir partiu-se ao meio. Seus cidadãos partiram para colônias isoladas nas regiões extremas do continente. Duas cidade-estado dos aqirs emergiram, [[Ajol’Nerub]] nas tundras do Norte e [[Ahn’Qiraj]] no deserto do Sul. Embora os trolls suspeitassem que houvesse outras colônias de aqirs sob Kalimdor, suas existências nunca foram verificadas. Com os insectóides exilados, os dois impérios troll retornaram aos seus negócios, sem nenhum dos dois expandir muito longe de suas fronteiras originais.

Os Kaldoreis e o Poço de Eternidade


(14.000 anos antes dos eventos do Warcraft 1)

Com o passar do tempo, uma tribo primitiva de humanóides noturnos cautelosamente construiu seus alicerces no centro do continente, às extremidades da Fonte da Eternidade. Esses humanóides ferais e nômades, atraídos pelas energias estranhas do lago, construíram casas simples em suas costas tranqüilas. Com o passar do tempo, o poder cósmico da Fonte afetou a tribo, tornando-os mais fortes e sábios, além de virtualmente imortais. A tribo adotou o nome [[Kaldorei]] que significa “crianças das estrelas” na sua língua nativa. Para celebrar a sociedade deles que estava brotando, eles construíram grandes estruturas e templos ao redor das margens do lago.

Os kaldoreis, ou elfos noturnos como eles seriam conhecidos depois, adoravam a deusa da lua, [[Elune]], e acreditavam que ela dormia dentro das profundezas vislumbrantes da Fonte da Eternidade durante as horas de luz do dia. Os sacerdotes e videntes dos kaldoreis estudaram o lago com uma curiosidade insaciável, determinados a descobrir os seus poderes e segredos ocultos. Conforme sua sociedade cresceu, os elfos noturnos exploraram a vasta extensão de Kalimdor e encontraram seus outros habitantes. As únicas criaturas que foram capazes de conte-los eram os antigos e poderosos dragões. As grandes bestas serpentinas eram reclusas, mas eles faziam muito para salvaguardar as terras conhecidas de ameaças em potencial. Os kaldoreis descobriram que os dragões ficaram responsáveis como os protetores do mundo – e concordaram que era melhor deixar eles e seus segredos sozinhos.

Com o tempo, a curiosidade dos kaldoreis os levou a encontrar e ajudar várias entidades poderosas, entre elas estava [[Cenarius]], um semi-deus das florestas primordiais. Cenarius acabou se apaixonado pelos inquisitivos elfos noturnos, e muitas vezes gastava seu tempo os ensinando sobre o mundo natural. Os tranqüilos Kaldoreis desenvolveram uma empatia forte pelas florestas de Kalimdor e se fascinavam com o equilíbrio harmonioso da natureza.

Como a idade aparentemente infinita, a civilização dos elfos noturnos ampliou seu território e sua cultura. Seus templos, estradas e habitações foram espalhados pelo escuro continente. [[Azshara]], a rainha bela e talentosa dos kaldoreis, construiu um imenso e maravilhoso palácio na costa da Fonte da Eternidade que abrigou seus servos mais prestigiados dentro de seus elegantes corredores. Os servos dela, a quem ela chamava de [[Quel'Dorei]] (Bem Nascidos em darnassiano), a amaram loucamente por todo seu reinado e se acreditavam superiores ao resto dos seus irmãos. Embora a Rainha Azshara fosse amada igualmente por todas as pessoas, os Bem Nascidos foram secretamente invejados e repugnados pelo resto dos elfos noturnos.

Compartilhando da curiosidade dos sacerdotes para com a Fonte da Eternidade, Azshara ordenou aos Bem Nascidos que examinassem seus segredos e revelassem seu verdadeiro propósito no mundo. Os Bem Nascidos então estudaram o lago incessantemente. Até que eles desenvolveram a habilidade de manipular e controlar suas energias cósmicas. Como o progresso de suas experiências, os Bem Nascidos aprenderam que eles podiam usar os poderes que haviam descoberto para ou criar ou destruir conforme a sua vontade. Os Bem Nascidos descuidadamente tinham tropeçado em magia arcana primitiva e decidiram dedicar-se a seu domínio. Embora eles concordassem que aquela magia era perigosa para se controlar irresponsavelmente, Azshara e os seus Bem Nascidos começaram a praticar os seus feitiços despreocupadamente. Cenarius e muitos estudantes dos kaldoreis advertiram sobre a calamidade que resultaria de brincar com as artes claramente voláteis da magia arcana. Mesmo assim, a rainha e os seus seguidores continuaram obstinadamente ampliando os poderes recém descobertos.

Conforme seus poderes cresceram, uma mudança distinta ocorreu com Azshara e os Bem Nascidos. A classe alta, arrogante e indiferente ficou crescentemente calosa e cruel com os seus compatriotas kaldoreis. Uma mortalha escura e pesada ocultou a antiga beleza da rainha. Ela começou a se retirar de seus assuntos amorosos e se recusou a interagir com qualquer um que não fossem os seus fiéis sacerdotes Quel’Dorei.

Um jovem estudante chamado Malfurion Fúria da Tempestade que tinha gasto muito de seu tempo estudando as artes primitivas do druidismo começou a suspeitar que um poder terrível estivesse corrompendo os Bem Nascidos e a amada rainha deles. Embora ele não pudesse conceber o mal que estava por vir, ele sabia que as vidas dos kaldoreis logo mudariam para sempre…



Fonte: http://portalwow.com.br
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